VINHO FAZ BEM À SAÚDE?
Parece haver duas correntes distintas na interpretação dos efeitos do consumo de vinho sobre a saúde das pessoas. De fato, notícias veiculadas na própria Web, em janeiro de 2001, davam conta de que a American Heart Association (Associação Americana do Coração) vinha orientando os médicos daquele país a não aconselharem o vinho tinto como uma forma eficaz de prevenir doenças cárdio-vasculares. O pressuposto era de que a ação benéfica do vinho tinto ainda não estaria comprovada, ao passo que outros métodos de prevenção, já reconhecidos e sem os riscos inerentes ao uso do álcool, poderiam ser utilizados. O Professor Ira Goldberg, da Columbia University, adota essa linha, e recomenda medidas como uma dieta saudável, associada ao controle do peso e à prática de exercícios, além de monitorar os níveis de colesterol e a pressão arterial.
Por outro lado, essa não é a forma de encarar a questão adotada por outros profissionais, aqui no Brasil, que acreditam nos resultados benéficos do consumo de vinho, ressalvando, porém, a necessidade de beber moderadamente e de uma forma continuada. Segundo eles,o álcool não apenas é responsável pelo aumento do colesterol HDL (o "bom" colesterol) no sangue, como também contribui para reduzir a agregação de plaquetas nas artérias. Acresce, ainda, que a uva possui substâncias antioxidantes, de comprovada ação favorável à sapude.
Nesse contexto, nós, que não somos técnicos nem cientistas, mas apenas meros apreciadores de vinho, acreditamos que uma certa dose de moderação só poderá fazer bem; ainda, acrescentaríamos uma dose de cautela, aconselhando-nos com um profissional de saúde sobre nosso caso específico e eventuais restrições. Afinal, o que é moderado para um pode não o ser para outro.
abril 30, 2002
abril 28, 2002
CONSUMO DE VINHO
O vinho chegou ao Brasil há cerca de 100 anos, trazido pelos imigrantes italianos, e vem sendo cada vez mais consumido, embora em proporção muito inferior que em outros países. De fato, dados do OIV (Office International de la Vigne et du Vin), divulgados em 1996, apontam para um consumo médio anual per capita de 1,85 litros, muito aquém do que se verifica na Europa e em alguns países das Américas: França, Itália e Portugal (nesta ordem) lideram o ranking, com consumos da ordem de 60 litros por ano; seguem-se Luxemburgo - 50, Argentina - 42, Suiça - 41, Espanha - 38, Áustria - 32, Romênia - 31,5 e Grécia - 31, para citar os dez maiores consumidores. O chile ocupa a 15ª posição, ficando o Brasil em 29° lugar.
Ainda assim, no período de 1975 a 1994, a produção brasileira de vinhos passou de 2,5 milhões a 12 milhões de litros por ano. E pesquisas têm revelado que o brasileiro se aproxima cada vez mais do vinho, tornando-se mais exigente em qualidade; e 44% dos jovens entre 16 e 24 anos já degustam vinhos. Oxalá esse interesse se torne cada vez maior e mais rápido!
O vinho chegou ao Brasil há cerca de 100 anos, trazido pelos imigrantes italianos, e vem sendo cada vez mais consumido, embora em proporção muito inferior que em outros países. De fato, dados do OIV (Office International de la Vigne et du Vin), divulgados em 1996, apontam para um consumo médio anual per capita de 1,85 litros, muito aquém do que se verifica na Europa e em alguns países das Américas: França, Itália e Portugal (nesta ordem) lideram o ranking, com consumos da ordem de 60 litros por ano; seguem-se Luxemburgo - 50, Argentina - 42, Suiça - 41, Espanha - 38, Áustria - 32, Romênia - 31,5 e Grécia - 31, para citar os dez maiores consumidores. O chile ocupa a 15ª posição, ficando o Brasil em 29° lugar.
Ainda assim, no período de 1975 a 1994, a produção brasileira de vinhos passou de 2,5 milhões a 12 milhões de litros por ano. E pesquisas têm revelado que o brasileiro se aproxima cada vez mais do vinho, tornando-se mais exigente em qualidade; e 44% dos jovens entre 16 e 24 anos já degustam vinhos. Oxalá esse interesse se torne cada vez maior e mais rápido!
abril 27, 2002
ESTE BLOG E VOCÊ
Você que, por indicação ou acidentalmente, chegou até este blog e teve a paciência de ler o que aqui se coloca, não saia dele sem antes deixar seus comentários ou sugestões: Mande-os por e-mail, na certeza de que daremos a eles muita atenção e, conforme seja, até os divulgaremos. Nossa intenção é fomentar a participação de outras pessoas, igualmente apreciadoras de vinhos, quaisquer que sejam o nível de conhecimentos e a experiência possuídos. Desde já, muito obrigado.
Você que, por indicação ou acidentalmente, chegou até este blog e teve a paciência de ler o que aqui se coloca, não saia dele sem antes deixar seus comentários ou sugestões: Mande-os por e-mail, na certeza de que daremos a eles muita atenção e, conforme seja, até os divulgaremos. Nossa intenção é fomentar a participação de outras pessoas, igualmente apreciadoras de vinhos, quaisquer que sejam o nível de conhecimentos e a experiência possuídos. Desde já, muito obrigado.
fevereiro 22, 2002
PARADINHA PARA REFRESCAR
Quase dois meses se passaram desde nossa última mensagem, o que poderria ser interpretado como um abandono desse blog. Que nada! A vontade de mantê-lo permanece a mesma. Só que estamos em pleno verão e nossa atenção foi desviada para outras sensações. É só uma paradinha para refrescar. Em breve retornaremos aos vinhos. Aos que nos visitam, pedimos um pouquinho de paciência. Até lá.
Quase dois meses se passaram desde nossa última mensagem, o que poderria ser interpretado como um abandono desse blog. Que nada! A vontade de mantê-lo permanece a mesma. Só que estamos em pleno verão e nossa atenção foi desviada para outras sensações. É só uma paradinha para refrescar. Em breve retornaremos aos vinhos. Aos que nos visitam, pedimos um pouquinho de paciência. Até lá.
dezembro 25, 2001
CÔTES-DU-RHÔNE: BOM DE COPO
Na semana que antecedeu o Natal, novamente em terras mineiras, lá na Zona da Mata, tivemos a oportunidade de degustar um dos mais populares (e baratos) vinhos franceses: um Cotes-du-Rhône. Desta vez, um Tradition, produzido e engarrafado por Barton & Guestier, tradicional estabelecimento localizado em Blanquefort, no vale do rio Reno, ao sul da França. Um detalhe interessante e importante se destaca logo no rótulo da garrafa: o ano a partir do qual a B&G se instalou – 1725! Também no rótulo se encontra o desenho de um castelo, o Chateau Suze la Rousse, com a sugestiva indicação de que ali se pratica "a arte da iniciação à degustação desde o século XII". Mas, passemos ao vinho. Era um tinto seco, safra de 1998, com 13% de álcool, de "Appellation Cotes-du-Rhône contrôlée", produzido a partir de uvas das castas Grenache, Syrah e Carignon. E foi uma agradável surpresa, logo ao vê-lo no copo: uma cor púrpura, brilhante e intensa. O aroma é de uma gama rica e complexa, permanente, lembrando desde frutas vermelhas a flores silvestres. Ao bebê-lo, sentimos logo a sua bela amplitude e a sólida estrutura aos taninos e o consideramos mais encorpado que outros de mesma origem que já experimentamos. Acompanhou muito bem os queijos que provamos, entre os quais um parmesão; e acreditamos que se sairia do mesmo modo com carnes vermelhas, grelhadas.
Resumindo, podemos dizer, sem medo de errar, que se trata de um vinho muito agradável, que desce bem, redondo, todo o tempo. Se estivéssemos na França, seria vinho para beber com freqüência, até mesmo por sua excelente relação preço/desempenho. Recomendado para ser servido entre 16 e 18°C. Voilà, vive la France! Joyeuses Fêtes! E que o ano de 2002 nos possa propiciar muitas e boas degustações.
Na semana que antecedeu o Natal, novamente em terras mineiras, lá na Zona da Mata, tivemos a oportunidade de degustar um dos mais populares (e baratos) vinhos franceses: um Cotes-du-Rhône. Desta vez, um Tradition, produzido e engarrafado por Barton & Guestier, tradicional estabelecimento localizado em Blanquefort, no vale do rio Reno, ao sul da França. Um detalhe interessante e importante se destaca logo no rótulo da garrafa: o ano a partir do qual a B&G se instalou – 1725! Também no rótulo se encontra o desenho de um castelo, o Chateau Suze la Rousse, com a sugestiva indicação de que ali se pratica "a arte da iniciação à degustação desde o século XII". Mas, passemos ao vinho. Era um tinto seco, safra de 1998, com 13% de álcool, de "Appellation Cotes-du-Rhône contrôlée", produzido a partir de uvas das castas Grenache, Syrah e Carignon. E foi uma agradável surpresa, logo ao vê-lo no copo: uma cor púrpura, brilhante e intensa. O aroma é de uma gama rica e complexa, permanente, lembrando desde frutas vermelhas a flores silvestres. Ao bebê-lo, sentimos logo a sua bela amplitude e a sólida estrutura aos taninos e o consideramos mais encorpado que outros de mesma origem que já experimentamos. Acompanhou muito bem os queijos que provamos, entre os quais um parmesão; e acreditamos que se sairia do mesmo modo com carnes vermelhas, grelhadas.
Resumindo, podemos dizer, sem medo de errar, que se trata de um vinho muito agradável, que desce bem, redondo, todo o tempo. Se estivéssemos na França, seria vinho para beber com freqüência, até mesmo por sua excelente relação preço/desempenho. Recomendado para ser servido entre 16 e 18°C. Voilà, vive la France! Joyeuses Fêtes! E que o ano de 2002 nos possa propiciar muitas e boas degustações.
novembro 21, 2001
DO CHILE, COM ORGULHO
Dando seguimento à nossa experiência com os vinhos chilenos, em seqüência ao Finis Terrae, partimos para um MONTES ALPHA, Merlot, safra de 1998, produzido e engarrafado pela Viña Montes, graduação alcoólica de 13,5%.
Segundo informações do produtor, seus vinhedos localizam-se no coração do Vale de Curicó, uma das regiões vinícolas mais ricas do Chile. A água proveniente das neves eternas da Cordilheira dos Andes tempera o calor do sol do verão e nutre os vinhedos, que foram originalmente introduzidos no país durante o século XIX, a partir da França, no período pré-phylloxera. O objetivo com o MONTES ALPHA, diz a Montes, é oferecer o maior Merlot do Chile. Poucas vinícolas chilenas produzem Merlot tão puro, sendo este o resultado de uma cuidadosa seleção das melhores uvas daquela Viña.
Merlot, diz ainda o produtor, é uma variedade particularmente delicada, pelo que seu amadurecimento em madeira deve ser medido muito cuidadosamente; e o Merlot da Viña Montes foi mantido em barris novos de carvalho francês durante alguns meses, degustando-o freqüentemente para julgar seu processo e determinar o momento exato para ser engarrafado. MONTES ALPHA só pode ser produzido em quantidades muito limitadas, motivo pelo qual a principal atenção da Viña está posta sobre seus detalhes, seguido o êxito alcançado com o inicial Cabernet Sauvignon e, logo, o Chardonnay. "Nosso Merlot tem que ser um vinho de permanente classe".
Ao degustá-lo, sentimos também os taninos um pouco elevados e o aroma de madeira não era tão notado como no vinho anterior, mas sem prejudicar a sensação olfativa. Ao bebê-lo, percebemos estar diante de um bom Merlot, capaz de criar um agradável resultado. Mas, por outro lado, não seríamos sinceros se afirmássemos encontrar-se esse vinho no mesmo patamar do anterior, que nos agradou mais. Mas, nem por isso deixaríamos de recomendá-lo, tamb'em, aos amigos de confraria.
Dando seguimento à nossa experiência com os vinhos chilenos, em seqüência ao Finis Terrae, partimos para um MONTES ALPHA, Merlot, safra de 1998, produzido e engarrafado pela Viña Montes, graduação alcoólica de 13,5%.
Segundo informações do produtor, seus vinhedos localizam-se no coração do Vale de Curicó, uma das regiões vinícolas mais ricas do Chile. A água proveniente das neves eternas da Cordilheira dos Andes tempera o calor do sol do verão e nutre os vinhedos, que foram originalmente introduzidos no país durante o século XIX, a partir da França, no período pré-phylloxera. O objetivo com o MONTES ALPHA, diz a Montes, é oferecer o maior Merlot do Chile. Poucas vinícolas chilenas produzem Merlot tão puro, sendo este o resultado de uma cuidadosa seleção das melhores uvas daquela Viña.
Merlot, diz ainda o produtor, é uma variedade particularmente delicada, pelo que seu amadurecimento em madeira deve ser medido muito cuidadosamente; e o Merlot da Viña Montes foi mantido em barris novos de carvalho francês durante alguns meses, degustando-o freqüentemente para julgar seu processo e determinar o momento exato para ser engarrafado. MONTES ALPHA só pode ser produzido em quantidades muito limitadas, motivo pelo qual a principal atenção da Viña está posta sobre seus detalhes, seguido o êxito alcançado com o inicial Cabernet Sauvignon e, logo, o Chardonnay. "Nosso Merlot tem que ser um vinho de permanente classe".
Ao degustá-lo, sentimos também os taninos um pouco elevados e o aroma de madeira não era tão notado como no vinho anterior, mas sem prejudicar a sensação olfativa. Ao bebê-lo, percebemos estar diante de um bom Merlot, capaz de criar um agradável resultado. Mas, por outro lado, não seríamos sinceros se afirmássemos encontrar-se esse vinho no mesmo patamar do anterior, que nos agradou mais. Mas, nem por isso deixaríamos de recomendá-lo, tamb'em, aos amigos de confraria.
CHILENOS À MINEIRA
Faz uma semana, em terras mineiras, degustamos um vinho classificado como um dos melhores chilenos da atualidade: o FINIS TERRAE, produzido e engarrafado pela Viña Cousiño Macul no Vale de Maipo.
Era um blend de Cabernet Sauvignon (proveniente de vinhedos com 60 anos) e cepas selecionadas de Merlot, safra de 1998. Envelhecido por 18 meses em barris novos de carvalho francês e mantido em repouso nas garrafas por um per�odo similar (portanto, lançado em 2001), com 12,5% de graduação alcoólica.
Nossa garrafa foi cuidadosamente retirada da adega subterrânea, onde descansava em boas condições internas há vários dias, � noite, pouco antes de ser aberta: uns poucos cuidados para tentar não alterar muito as caracter�sticas do vinho.
A primeira impressão, visual, mostrou uma cor rubi, não muito intensa, mas consistente e agradável. Aroma de carvalho, certamente, mas equilibrado, criando um bom impacto olfativo. Mas foi ao sorvê-lo que descobrimos o seu forte: embora ainda com os taninos um pouco elevados (caracter�stica da maioria dos vinhos chilenos), causou-nos uma sensação degustativa muito boa, que se manteve ao longo de todo o tempo em que durou (e não foi muito...). Acreditamos ter sido este o melhor vinho chileno que já degustamos até o momento. E imaginamos o quanto poderá ficar melhor se amadurecido por mais quatro ou cinco anos. Recomendamos aos amigos.
Faz uma semana, em terras mineiras, degustamos um vinho classificado como um dos melhores chilenos da atualidade: o FINIS TERRAE, produzido e engarrafado pela Viña Cousiño Macul no Vale de Maipo.
Nossa garrafa foi cuidadosamente retirada da adega subterrânea, onde descansava em boas condições internas há vários dias, � noite, pouco antes de ser aberta: uns poucos cuidados para tentar não alterar muito as caracter�sticas do vinho.
A primeira impressão, visual, mostrou uma cor rubi, não muito intensa, mas consistente e agradável. Aroma de carvalho, certamente, mas equilibrado, criando um bom impacto olfativo. Mas foi ao sorvê-lo que descobrimos o seu forte: embora ainda com os taninos um pouco elevados (caracter�stica da maioria dos vinhos chilenos), causou-nos uma sensação degustativa muito boa, que se manteve ao longo de todo o tempo em que durou (e não foi muito...). Acreditamos ter sido este o melhor vinho chileno que já degustamos até o momento. E imaginamos o quanto poderá ficar melhor se amadurecido por mais quatro ou cinco anos. Recomendamos aos amigos.
novembro 18, 2001
VINHOS CHILENOS
A qualidade dos vinhos chilenos tem melhorado, sobremaneira, nos últimos tempos, principalmente, após a ida de tradicionais enólogos franceses para o país. No entanto, grandes conhecedores de vinhos chilenos reconhecem que esse produto, em sua média, ainda não alcançou o patamar de qualidade dos vinhos produzidos pelas principais vinícolas européias.
A qualidade das uvas chilenas está entre as melhores do mundo, devido, principalmente, ao clima e ao "terroir" dos vales onde são cultivadas, como os de Maipo, Colchagua e Curicó, dentre outros.
Com a presença dos enólogos estrangeiros, é provável que, em muito pouco tempo, os vinhos chilenos atinjam o patamar de qualidade de países mais tradicionais, como França, Itália, Espanha, etc. Já hoje existem alguns vinhos nesse patamar, que admitem um envelhecimento prolongado, dentre os quais se destacam: Domus Aurea (Viña Quebrada de Macul); Almaviva (Viña Almaviva); Montes Alpha M (Viña Montes); Finis Terrae (Viña Cousiño Macul); Clos Alpata (Casa Lapostolle); Carmen Winemakers Reserve (Viña Carmen); Don Melchor (Viña Concha y Toro). Desses, o Domus Aurea, safra 1997, lançado em 2000, foi considerado o melhor vinho chileno desse ano.
Em termos de preços, os bons vinhos variam entre 20.000 e 50.000 pesos (US$ 30 a 70). Encontram-se, também, outros bons vinhos na faixa de US$10 a 25.
Em recente viagem ao Chile. tivemos a oportunidade de degustar alguns vinhos, como o Montes Alpha Merlot (muito bom), o Antiquas Reservas (Cousiño Macul - bom) e o Los Vascos (Baron de Rotschild - bom).
A qualidade dos vinhos chilenos tem melhorado, sobremaneira, nos últimos tempos, principalmente, após a ida de tradicionais enólogos franceses para o país. No entanto, grandes conhecedores de vinhos chilenos reconhecem que esse produto, em sua média, ainda não alcançou o patamar de qualidade dos vinhos produzidos pelas principais vinícolas européias.
A qualidade das uvas chilenas está entre as melhores do mundo, devido, principalmente, ao clima e ao "terroir" dos vales onde são cultivadas, como os de Maipo, Colchagua e Curicó, dentre outros.
Com a presença dos enólogos estrangeiros, é provável que, em muito pouco tempo, os vinhos chilenos atinjam o patamar de qualidade de países mais tradicionais, como França, Itália, Espanha, etc. Já hoje existem alguns vinhos nesse patamar, que admitem um envelhecimento prolongado, dentre os quais se destacam: Domus Aurea (Viña Quebrada de Macul); Almaviva (Viña Almaviva); Montes Alpha M (Viña Montes); Finis Terrae (Viña Cousiño Macul); Clos Alpata (Casa Lapostolle); Carmen Winemakers Reserve (Viña Carmen); Don Melchor (Viña Concha y Toro). Desses, o Domus Aurea, safra 1997, lançado em 2000, foi considerado o melhor vinho chileno desse ano.
Em termos de preços, os bons vinhos variam entre 20.000 e 50.000 pesos (US$ 30 a 70). Encontram-se, também, outros bons vinhos na faixa de US$10 a 25.
Em recente viagem ao Chile. tivemos a oportunidade de degustar alguns vinhos, como o Montes Alpha Merlot (muito bom), o Antiquas Reservas (Cousiño Macul - bom) e o Los Vascos (Baron de Rotschild - bom).
outubro 27, 2001
VAMOS AOS VINHOS!
Agora, que este weblog está incrementado, teremos que beber muito vinho, para que ele sustente uma boa posição no ranking dos blogs e não se torne apenas mais uma página no ciberespaço. Mas, aí vem a pergunta: Quem é que vai nos sustentar para que possamos comprar as tão desejadas bebidas dos deuses?...That's the question.
Agora, que este weblog está incrementado, teremos que beber muito vinho, para que ele sustente uma boa posição no ranking dos blogs e não se torne apenas mais uma página no ciberespaço. Mas, aí vem a pergunta: Quem é que vai nos sustentar para que possamos comprar as tão desejadas bebidas dos deuses?...That's the question.
outubro 04, 2001
ALMADÉN PALOMAS
A Almadén está programando para este mês o lançamento da linha Almadén Palomas, destinada a disputar um segmento de mercado até agora não explorado pela empresa: o de vinhos com preços entre R$15 e R$20. Serão dois vinhos secos: um branco, corte de Chardonnay e Sauvignon Blanc, e um tinto, corte de Cabernet Sauvignon, Merlot e Tannat.
Serão vinhos especiais, com envelhecimento em barris de carvalho, com videiras plantadas em Santana do Livramento.
A Almadén detectou que o paladar do brasileiro vem evoluindo, com uma preferência por vinhos secos, encorpados e com mais estrutura. E investiu pesado em tecnologia e marketing. Que venham os novos produtos! Aqui estaremos para testá-los.
A Almadén está programando para este mês o lançamento da linha Almadén Palomas, destinada a disputar um segmento de mercado até agora não explorado pela empresa: o de vinhos com preços entre R$15 e R$20. Serão dois vinhos secos: um branco, corte de Chardonnay e Sauvignon Blanc, e um tinto, corte de Cabernet Sauvignon, Merlot e Tannat.
Serão vinhos especiais, com envelhecimento em barris de carvalho, com videiras plantadas em Santana do Livramento.
A Almadén detectou que o paladar do brasileiro vem evoluindo, com uma preferência por vinhos secos, encorpados e com mais estrutura. E investiu pesado em tecnologia e marketing. Que venham os novos produtos! Aqui estaremos para testá-los.
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