OS VINHOS DO NORDESTE
Quem pensa que vinho, no Brasil, vem todo do Rio Grande do Sul precisa começar a mudar de opinião. Sim, porque não se pode desconhecer a importância do Vale do São Francisco, em pleno sertão pernambucano. Lá existe um pólo vitivinícola que, hoje, responde por 95% da uva de mesa cultivada no país e pela produção anual de 5 milhões de litros de vinho. O governo do Estado, apostando nas condições favoráveis da região, assinou um protocolo de intenções com oito empresas, das quais quatro gaúchas (entre elas, a Miolo), quatro do próprio Estado e uma da Itália; além dessas, outras três empresas gaúchas estão em negociação (incluindo Casa Valduga), mais duas estrangeiras – Dom Teodósio (Portugal) e Ducos (França).
Com este projeto, a produção de vinhos do Vale deverá saltar para mais de 50 milhões de litros anuais, num prazo de até dois anos, fazendo da região o segundo maior pólo vitivinícola do país.
Quais os fatores para tanto interesse? Bem, o Vale possui um clima semi-árido, com solo fértil e água em abundância, mas as temperaturas são altas durante todo o ano e o regime de chuvas é irregular. No entanto, essas altas temperaturas, se por um lado contra-indicam a produção de vinhos clássicos, por outro dão à região uma característica única em todo o mundo: a possibilidade de se ter até duas safras e meia por ano. Com isto, a produção é direcionada para vinhos jovens, que não passam por períodos longos de envelhecimento.
Vinhos de Pernambuco são exportados para Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, Dinamarca e Japão, mas o maior consumo fica mesmo com as regiões Sul e Sudeste do país. E já receberam prêmios em concursos internacionais.
julho 27, 2002
julho 21, 2002
MIOLO TERRA NOVA
O inverno aí está, embora um pouco fraco cá pelas nossas bandas. Mas já convida a uma degustaçãozinha. E foi o que fizemos. Desta vez, um Miolo Terra Nova, tinto seco, Shiraz, safra 2001. Só que não originário dos vinhedos das Serras Gaúchas, mas do Vale do São Francisco: Produzido e engarrafado pela Vinícola Ouro Verde Ltda., em Santana do Sobrado - Casa Nova - Bahia.
De aspecto muito límpido, sem qualquer traço de turbidez, ao simples olhar evidenciava ser um vinho de corpo médio e, claro, bastante jovem. Seu aroma é intenso, mas não daqueles que nos deixam enebriados. Quanto ao gosto, comprova-se o corpo médio e a forte presença dos taninos é característica de sua pouca idade. Mas, diríamos que pode ser bebido com razoável aceitação face ao seu preço de mercado. Afinal, leva o nome da Miolo, uma das vinícolas mais respeitadas do sul do país.
O inverno aí está, embora um pouco fraco cá pelas nossas bandas. Mas já convida a uma degustaçãozinha. E foi o que fizemos. Desta vez, um Miolo Terra Nova, tinto seco, Shiraz, safra 2001. Só que não originário dos vinhedos das Serras Gaúchas, mas do Vale do São Francisco: Produzido e engarrafado pela Vinícola Ouro Verde Ltda., em Santana do Sobrado - Casa Nova - Bahia.
De aspecto muito límpido, sem qualquer traço de turbidez, ao simples olhar evidenciava ser um vinho de corpo médio e, claro, bastante jovem. Seu aroma é intenso, mas não daqueles que nos deixam enebriados. Quanto ao gosto, comprova-se o corpo médio e a forte presença dos taninos é característica de sua pouca idade. Mas, diríamos que pode ser bebido com razoável aceitação face ao seu preço de mercado. Afinal, leva o nome da Miolo, uma das vinícolas mais respeitadas do sul do país.
junho 18, 2002
CONTATOS IMEDIATOS
Você sabia... Que é possível fazer uma primeira idéia sobre um vinho, antes mesmo de degustá-lo? E obter informações interessantes? Pois bem, isto se consegue em uma análise visual, onde duas características são observadas: a limpidez e a cor.
Com efeito, um vinho bem produzido e corretamente armazenado apresentará sempre um aspecto límpido, com ausência de turbidez; guardá-lo em ambiente sujeitp a altas temperaturas resultará no efeito inverso.
A cor desempenha um papel importante nessa avaliação e duas características devem ser notadas: a intensidade e a tonalidade. A intensidade, traduzida pela maior ou menor transparência do vinho, nos transmite a sensação de corpo. A tonalidade se relaciona à idade do vinho: quando envelhecidos, os tintos apresentam, além da coloração vermelha rubi que possuíam quando jovens, tons alaranjados; os bancos apresentam também tons amarelos e marrons claros.
Agora, experimente fazer o teste em sua próxima degustação!
Você sabia... Que é possível fazer uma primeira idéia sobre um vinho, antes mesmo de degustá-lo? E obter informações interessantes? Pois bem, isto se consegue em uma análise visual, onde duas características são observadas: a limpidez e a cor.
Com efeito, um vinho bem produzido e corretamente armazenado apresentará sempre um aspecto límpido, com ausência de turbidez; guardá-lo em ambiente sujeitp a altas temperaturas resultará no efeito inverso.
A cor desempenha um papel importante nessa avaliação e duas características devem ser notadas: a intensidade e a tonalidade. A intensidade, traduzida pela maior ou menor transparência do vinho, nos transmite a sensação de corpo. A tonalidade se relaciona à idade do vinho: quando envelhecidos, os tintos apresentam, além da coloração vermelha rubi que possuíam quando jovens, tons alaranjados; os bancos apresentam também tons amarelos e marrons claros.
Agora, experimente fazer o teste em sua próxima degustação!
maio 16, 2002
MAIS PREMIAÇÕES INTERNACIONAIS
Vinhos brasileiros continuam a receber prêmios em concursos internacionais, evidenciando sua crescente qualidade. No primeiro trimestre de 2002, ocorreram dois eventos europeus: Vinalies Internationales e Bachus. O primeiro, realizado em Paris, entre os dias 10 e 14 de fevereiro, em sua oitava edição, contou com a participação de 31 países; o segundo, em Madri, de 2 a 4 de março, em sua quinta edição, teve a representação de 22 países. Os seguintes vinhos foram premiados no primeiro concurso: com medalha de ouro- Chalet Chermonmt Reserva Especial 99, Marson Reserva Cabernet Sauvignon 2000 e Sinuelo Mistela Moscatto Giallo 2000; com medalha de prata - Salton Classic Cabernet Sauvignon 2000, Aurora Varietal Merlot 99, Sinuelo Brut 2001 e Casa Valfuga Brut 2001. No segundo evento: Lovara Grande Reserva Cabernet Sauvignon 99 (prata), Gran Reserva Boscatto Cabernet Sauvignon 2000 e Salton Brut Reserva Ouro, ambos com medalhas de bronze.
Premiações como essas servem de importante estímulo para os produtores brasileiros, que buscarão, cada vez mais, o reconhecimento nos mercados internacionais. E, na ponta do processo, o consumidor será o grande beneficiado.
Vinhos brasileiros continuam a receber prêmios em concursos internacionais, evidenciando sua crescente qualidade. No primeiro trimestre de 2002, ocorreram dois eventos europeus: Vinalies Internationales e Bachus. O primeiro, realizado em Paris, entre os dias 10 e 14 de fevereiro, em sua oitava edição, contou com a participação de 31 países; o segundo, em Madri, de 2 a 4 de março, em sua quinta edição, teve a representação de 22 países. Os seguintes vinhos foram premiados no primeiro concurso: com medalha de ouro- Chalet Chermonmt Reserva Especial 99, Marson Reserva Cabernet Sauvignon 2000 e Sinuelo Mistela Moscatto Giallo 2000; com medalha de prata - Salton Classic Cabernet Sauvignon 2000, Aurora Varietal Merlot 99, Sinuelo Brut 2001 e Casa Valfuga Brut 2001. No segundo evento: Lovara Grande Reserva Cabernet Sauvignon 99 (prata), Gran Reserva Boscatto Cabernet Sauvignon 2000 e Salton Brut Reserva Ouro, ambos com medalhas de bronze.
Premiações como essas servem de importante estímulo para os produtores brasileiros, que buscarão, cada vez mais, o reconhecimento nos mercados internacionais. E, na ponta do processo, o consumidor será o grande beneficiado.
maio 14, 2002
UM TINTO ITALIANO
Domingo, Dia das Mães, apesar do tempo ainda quente, não resistimos à vontade de degustar um tinto seco italiano,
que encontramos em um mercado, a preço razoável.
Era um Salice Salentino (Denominazione d´Origine Controllata), safra 2000, graduação de 12,5% vol., produzido com uvas Negroamaro e Malvasia Nera, e engarrafado na Agrale Brianza por Angelo Rocca & Figli. De coloração rubi escura, aroma frutado pronunciado, mostrou-se agradável ao beber, acompanhando bem as carnes que foram servidas ao almoço. Uma experiência agradável!
Domingo, Dia das Mães, apesar do tempo ainda quente, não resistimos à vontade de degustar um tinto seco italiano,
que encontramos em um mercado, a preço razoável.
Era um Salice Salentino (Denominazione d´Origine Controllata), safra 2000, graduação de 12,5% vol., produzido com uvas Negroamaro e Malvasia Nera, e engarrafado na Agrale Brianza por Angelo Rocca & Figli. De coloração rubi escura, aroma frutado pronunciado, mostrou-se agradável ao beber, acompanhando bem as carnes que foram servidas ao almoço. Uma experiência agradável!
GRANDE SAFRA NA SERRA GAÚCHA - II
Não bastassem os bons resultados obtidos há três anos, eis que 2002 reservou mais uma excelente surpresa para os produtores de vinhos da Serra Gaúcha: uma safra excepcional, onde o clima se apresentou como há muitos e muitos anos não era visto por lá. Em vez de muitas chuvas e umidade excessiva, características do período, o tempo se mostrou perfeito, com dias ensolarados e noites mais frias que a média, propiciando uma colheita de padrão excelente. Certamente, as vinícolas nos irão bridar com vinhos de qualidade superior, mas não devemos nos impacientar: somente dentro de mais alguns meses serão distribuídos esses vinhos, começando pelos brancos, porque os tintos só sairão em 2003. A gente espera!
Não bastassem os bons resultados obtidos há três anos, eis que 2002 reservou mais uma excelente surpresa para os produtores de vinhos da Serra Gaúcha: uma safra excepcional, onde o clima se apresentou como há muitos e muitos anos não era visto por lá. Em vez de muitas chuvas e umidade excessiva, características do período, o tempo se mostrou perfeito, com dias ensolarados e noites mais frias que a média, propiciando uma colheita de padrão excelente. Certamente, as vinícolas nos irão bridar com vinhos de qualidade superior, mas não devemos nos impacientar: somente dentro de mais alguns meses serão distribuídos esses vinhos, começando pelos brancos, porque os tintos só sairão em 2003. A gente espera!
maio 12, 2002
GRANDE SAFRA NA SERRA GAÚCHA - I
O Estado do Rio Grande do Sul é o maior produtor de vinhos, em proporção superior 90%. É natural, portanto, que as atenções se voltem para a Serra Gaúcha, aonde o ano de 1999 vem sendo considerado, até o momento, como o da melhor safra dos últimos tempos, suplantando, mesmo, a de 1991. Não restam dúvidas de que as condições climáticas desempenharam um papel muito importante, que não pode ser criado por mãos humanas; mas, por outro lado, não foi unicamente a Natureza a responsável por esse sucesso. De fato, nesses últimos anos os vinicultores da Serra Gaúcha vêm se esmerando em melhorar os padrões de qualidade, investindo na implantação de novas e modernas tecnologias, assim como na formação de um número cada vez maior de enólogos altamente especializados. Certamente, o grande beneficiado é o consumidor, que, por sinal, vem mudando seus hábitos, passando a beber mais vinho, e com preferência pelos tintos. Para se dar uma idéia dos bons produtos gerados na safra de 1999, citaríamos os tintos produzidos, dentre outras, pelas vinícolas Casa Valduga, Dom Laurindo, Marson, Miolo, Salton. Nas variedades Cabernet Sauvignon e Merlot, eles podem ser encontrados sem dificuldade nas prateleiras dos mercados. Vamos prestigiar!
O Estado do Rio Grande do Sul é o maior produtor de vinhos, em proporção superior 90%. É natural, portanto, que as atenções se voltem para a Serra Gaúcha, aonde o ano de 1999 vem sendo considerado, até o momento, como o da melhor safra dos últimos tempos, suplantando, mesmo, a de 1991. Não restam dúvidas de que as condições climáticas desempenharam um papel muito importante, que não pode ser criado por mãos humanas; mas, por outro lado, não foi unicamente a Natureza a responsável por esse sucesso. De fato, nesses últimos anos os vinicultores da Serra Gaúcha vêm se esmerando em melhorar os padrões de qualidade, investindo na implantação de novas e modernas tecnologias, assim como na formação de um número cada vez maior de enólogos altamente especializados. Certamente, o grande beneficiado é o consumidor, que, por sinal, vem mudando seus hábitos, passando a beber mais vinho, e com preferência pelos tintos. Para se dar uma idéia dos bons produtos gerados na safra de 1999, citaríamos os tintos produzidos, dentre outras, pelas vinícolas Casa Valduga, Dom Laurindo, Marson, Miolo, Salton. Nas variedades Cabernet Sauvignon e Merlot, eles podem ser encontrados sem dificuldade nas prateleiras dos mercados. Vamos prestigiar!
maio 04, 2002
O PREÇO DE UM PRAZER
Em se tratando de vinho, preço é algo muito relativo: vai depender das preferências de cada um, associadas à sua disponibilidade financeira.
Os já iniciados na arte da degustação possuem parâmetros de comparação, mas quem é pouco experiente poderá enfrentar algumas dificuldades na hora da escolha. Para esses últimos, pensamos em dar uma pequena ajuda, organizando uma lista, apenas com vinhos nacionais, daqueles que se encontram, habitualmente, nas prateleiras dos mercados. Estabelecemos somente duas faixas de preços: I - até R$10,00 e II - de R$11,00 a R$20,00, que abrangem uma variedade razoável de opções a custo moderado. É uma seleção pessoal, em que outros bons vinhos não entraram, mas que em nada desmerece os não citados. Eis a relação:
FAIXA I
ALMADÉN Cabernet, Merlot e Ugni Blanc – BARON DE LANTIER Cabernet Franc, Merlot e Riesling – CONDE DE FOUCAULD Cabernet Franc - DOM CÂNDIDO Clássico Cabernet Franc – MARCUS JAMES Chardonnay, Cabernet Sauvignon e Pinotage – SAINT GERMAIN Blanc de Blancs, Cabernet Sauvignon e Merlot.
FAIXA II
ALMADÉN Reserva Cabernet Sauvignon - AURORA Reserva Cabernet Sauvignon e Reserva Chardonnay – DAL PIZZOL Cabernet Sauvignon - DO LUGAR Cabernet Franc – DOM CÂNDIDO Reserva Cabernet Sauvignon – DON LAURINDO Cabernet Sauvignon - SALTON Classic Cabernet Sauvignon.
Vale ressalvar que variações de preços ocorrem em função do mercado e das safras dos vinhos, o que recomenda sempre uma pesquisa prévia cuidadosa.
Em se tratando de vinho, preço é algo muito relativo: vai depender das preferências de cada um, associadas à sua disponibilidade financeira.
Os já iniciados na arte da degustação possuem parâmetros de comparação, mas quem é pouco experiente poderá enfrentar algumas dificuldades na hora da escolha. Para esses últimos, pensamos em dar uma pequena ajuda, organizando uma lista, apenas com vinhos nacionais, daqueles que se encontram, habitualmente, nas prateleiras dos mercados. Estabelecemos somente duas faixas de preços: I - até R$10,00 e II - de R$11,00 a R$20,00, que abrangem uma variedade razoável de opções a custo moderado. É uma seleção pessoal, em que outros bons vinhos não entraram, mas que em nada desmerece os não citados. Eis a relação:
FAIXA I
ALMADÉN Cabernet, Merlot e Ugni Blanc – BARON DE LANTIER Cabernet Franc, Merlot e Riesling – CONDE DE FOUCAULD Cabernet Franc - DOM CÂNDIDO Clássico Cabernet Franc – MARCUS JAMES Chardonnay, Cabernet Sauvignon e Pinotage – SAINT GERMAIN Blanc de Blancs, Cabernet Sauvignon e Merlot.
FAIXA II
ALMADÉN Reserva Cabernet Sauvignon - AURORA Reserva Cabernet Sauvignon e Reserva Chardonnay – DAL PIZZOL Cabernet Sauvignon - DO LUGAR Cabernet Franc – DOM CÂNDIDO Reserva Cabernet Sauvignon – DON LAURINDO Cabernet Sauvignon - SALTON Classic Cabernet Sauvignon.
Vale ressalvar que variações de preços ocorrem em função do mercado e das safras dos vinhos, o que recomenda sempre uma pesquisa prévia cuidadosa.
maio 02, 2002
APRENDENDO A DEGUSTAR
Mesmo sem descer a detalhes muito técnicos, os apreciadores de vinhos precisam possuir alguns conhecimentos básicos sobre a degustação; cuidados que devem ser tomados, como a escolha correta dos copos, a temperatura ao servir, a combinação dos vinhos com os alimentos, as sensações gustativas, as etapas da degustação, etc.
A Web, felizmente, está repleta de sites sobre vinhos, em vários idiomas, e a questão é: onde encontrar e quanto tempo gastar nessa pesquisa. Por isso, gostaríamos de dar aqui duas dicas de páginas em português, com explicações simples, que podem ajudar aqueles que se iniciam no assunto; uma delas aborda "A Arte de Degustar". Já a outra apresenta um simpático "Curso de Degustação de Vinhos". Acreditamos que seja um bom começo. Mas, para aqueles que desejem se estender um pouco mais, apresentamos diversos endereços de sites, em Links , ao lado. Bom proveito!
Mesmo sem descer a detalhes muito técnicos, os apreciadores de vinhos precisam possuir alguns conhecimentos básicos sobre a degustação; cuidados que devem ser tomados, como a escolha correta dos copos, a temperatura ao servir, a combinação dos vinhos com os alimentos, as sensações gustativas, as etapas da degustação, etc.
A Web, felizmente, está repleta de sites sobre vinhos, em vários idiomas, e a questão é: onde encontrar e quanto tempo gastar nessa pesquisa. Por isso, gostaríamos de dar aqui duas dicas de páginas em português, com explicações simples, que podem ajudar aqueles que se iniciam no assunto; uma delas aborda "A Arte de Degustar". Já a outra apresenta um simpático "Curso de Degustação de Vinhos". Acreditamos que seja um bom começo. Mas, para aqueles que desejem se estender um pouco mais, apresentamos diversos endereços de sites, em Links , ao lado. Bom proveito!
maio 01, 2002
VINHOS NACIONAIS SELECIONADOS
Procurando por vinhos brasileiros de boa qualidade? Pois saiba que eles existem, sim. Aquela estória de que vinho nacional não presta está ficando cada vez mais longe da realidade, pois as vinícolas estão obtendo resultados muito bons. Para se ter uma idéia, após a filiação da ABE - Associação Brasileira de Enologia à OIV – Organization International de la Vigne et du Vin (Organização Internacional da Uva e do Vinho), em 1995, foram concedidos 335 prêmios a vinhos brasileiros em concursos internacionais. E no Challenge International du Vin, em 2001, as vinícolas Aurora, Marson, Miolo e Salton tiveram vinhos premiados. Vale lembrar, também, o evento Avaliação Nacional de Vinhos, promovido pela ABE, cuja 8ª edição ocorreu em Bento Gonçalves/RS, em setembro de 2000.
A seguir encontram-se listados alguns dos bons vinhos brasileiros, observando que a indicação (*) significa premiações em eventos internacionais, em diversas partes do mundo. Ressalvamos que essa lista não se propõe a esgotar o assunto, mas a dar algumas referências aos que se interessarem.
MIOLO - Reserva Cabernet Sauvignon 97*, 98* e 99*, Reserva Merlot 98* e 99*, Reserva Pinot Noir 99*, Terranova Shiraz 00*, Brut 00*, Asti 00*, Terranova Late Harvest 00*, Reserva Chardonnay 00*, Seleção TNT.
DON LAURINDO - Tannat, Gran Reserva, Cabernet Sauvignon, Assemblage.
MONTE LEMOS – Dal Pizzol Brut 99* e 00*, Dal Pizzol Cabernet Sauvignon 99* e 00*, Do Lugar Cabernet Franc.
CASA VALDUGA – Merlot Premium 99*, Brut 98* e Cabernet Sauvignon Seculum 99*, Cabernet Sauvignon Premium 99*, Cabernet Sauvignon Blanc Premium 00* e Assemblage TNT 98* e 99*.
AURORA – Gewurztraminer 99*, Marcus James Brut 99*, Ratskeller 99*.
SALTON – Classic Cabernet Sauvignon 99*, Volpi Brut, Volpi Cabernet Sauvignon, Volpi Chardonnay.
CAVE DE AMADEU – Reserva Cabernet Sauvignon 99*, Brut *.
MARSON – Espumante Brut*, Reserva Cabernet Sauvignon 98*, Reserva Merlot 98*, Reserva Chardonnay 98*.
Procurando por vinhos brasileiros de boa qualidade? Pois saiba que eles existem, sim. Aquela estória de que vinho nacional não presta está ficando cada vez mais longe da realidade, pois as vinícolas estão obtendo resultados muito bons. Para se ter uma idéia, após a filiação da ABE - Associação Brasileira de Enologia à OIV – Organization International de la Vigne et du Vin (Organização Internacional da Uva e do Vinho), em 1995, foram concedidos 335 prêmios a vinhos brasileiros em concursos internacionais. E no Challenge International du Vin, em 2001, as vinícolas Aurora, Marson, Miolo e Salton tiveram vinhos premiados. Vale lembrar, também, o evento Avaliação Nacional de Vinhos, promovido pela ABE, cuja 8ª edição ocorreu em Bento Gonçalves/RS, em setembro de 2000.
A seguir encontram-se listados alguns dos bons vinhos brasileiros, observando que a indicação (*) significa premiações em eventos internacionais, em diversas partes do mundo. Ressalvamos que essa lista não se propõe a esgotar o assunto, mas a dar algumas referências aos que se interessarem.
MIOLO - Reserva Cabernet Sauvignon 97*, 98* e 99*, Reserva Merlot 98* e 99*, Reserva Pinot Noir 99*, Terranova Shiraz 00*, Brut 00*, Asti 00*, Terranova Late Harvest 00*, Reserva Chardonnay 00*, Seleção TNT.
DON LAURINDO - Tannat, Gran Reserva, Cabernet Sauvignon, Assemblage.
MONTE LEMOS – Dal Pizzol Brut 99* e 00*, Dal Pizzol Cabernet Sauvignon 99* e 00*, Do Lugar Cabernet Franc.
CASA VALDUGA – Merlot Premium 99*, Brut 98* e Cabernet Sauvignon Seculum 99*, Cabernet Sauvignon Premium 99*, Cabernet Sauvignon Blanc Premium 00* e Assemblage TNT 98* e 99*.
AURORA – Gewurztraminer 99*, Marcus James Brut 99*, Ratskeller 99*.
SALTON – Classic Cabernet Sauvignon 99*, Volpi Brut, Volpi Cabernet Sauvignon, Volpi Chardonnay.
CAVE DE AMADEU – Reserva Cabernet Sauvignon 99*, Brut *.
MARSON – Espumante Brut*, Reserva Cabernet Sauvignon 98*, Reserva Merlot 98*, Reserva Chardonnay 98*.
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